Blog de Josimar Silva


Sexta-feira , 01 de Setembro de 2017


Salmos 91


1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

2 Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

 

Fonte: https://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/91

Escrito por Josimar Silva às 09h57
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Reflexões

                                                                  Josimar Alves*

·         Com o nosso teatro estamos contribuindo para que o ser humano tenha uma qualidade de vida melhor?

·         Nossos espetáculos têm ajudado as pessoas a serem mais amáveis?

·         Como perpassamos a idéia da valorização da vida?

                  

 * Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca. 

                                                 Campina Grande/PB, abril de 2007.

 

 

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

Escrito por Josimar Silva às 09h47
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NECESSIDADE

                                              Josimar Alves*

Qual a necessidade de Brecht hoje?

Estudar Brecht é essencial, pois abre uma série de discussões no mundo, todavia, não podemos reduzir seu trabalho a algumas receitas ou processos, pois como sabemos o teatro isolado não poderá mudar a nossa sociedade, nem chegar a uma profunda mudança política, mas poderá mostrar um caminho, uma solução, um oásis no grande deserto da vida.

No trabalho dele podemos perceber claramente várias provocações:

1.                 Ele faz intervenções quando menos se espera;

2.                 Enfrenta todos os paradoxos;

3.                 Rompe com diversas lendas.

Bertolt Brecht sempre fez uma grande reflexão sobre a arte e a literatura: “Na verdade, é a arte inteira, sem exceções, que está mergulhada numa situação nova. É enquanto totalidade, e não como se estivesses cortada em mil pedaços, que a arte sofre um confronto, é enquanto totalidade que se torna ou não uma mercadoria”. ¹

A partir dos estudos brechtianos podemos inferir:

·         Como acontece nossa prática artística?

·         Que produto temos hoje?

·         Quais as modificações sociais que teremos com a presença do texto na tríade autor-ator-espectador?

Para Brecht o ator precisa saber que no palco ele é somente um artista interpretando um personagem, mostrando como ele é sem precisar vivê-lo; já o espectador de teatro tem que ser um critico-social, um jurado que tem os atores como testemunhas, levando este julgamento popular a conhecerem os testemunhos não por empatia, mas pela busca constante de se encontrar uma verdade.

É interessante lembrar que a proposta de Brecht sempre esteve voltada em unir a ‘arte ao trabalho’, fazendo uma ‘prática social humana’. Seu trabalho pautou-se em fazer uma teoria da arte marxista para que pudéssemos entender a ordem artística ou social e ao mesmo tempo seu desejo era que a arte fosse uma poderosa arma nas mãos de todos que procuram transformar o mundo.

 

REFERÊNCIAS

BRECHT, Bertolt. Estudos Sobre Teatro.  Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.

LEBRAVE, Jean–Louis, LEFEBVRE, Jean-Pierre, GISSEIBRECHT, André e LORTHOLARY, Bernard. Bertolt Brecht, écrits sur la literature et l’art.Paris: L’arche, 1970.

 

* Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca. 

                                                

                                                 Campina Grande/PB, maio de 2007.

 

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

 

 

Escrito por Josimar Silva às 09h47
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O Teatro e o Circo na contemporaneidade

* Josimar Alves

A história do teatro se confunde com a história da humanidade, pois a arte de representar advém das situações vividas pelo ser humano que, por culto, religiosidade, louvor, prestígio, entretenimento, registro, ou simplesmente pela pura expressão artística expressa seus sentimentos num mundo da fantasia muito parecido com um mundo real. O mundo evolui e a arte de se representar acompanha essa evolução. Passam os séculos e os homens ali estão vivendo, sobrevivendo e exortando, pelo viés da arte, a sua relação interpessoal, seu passado, seu futuro, seus medos, seus ideais, suas vontades e desejos.

 O Circo tem em sua origem, na Roma antiga. Os circos eram montados e desmontados em grandes arenas ao ar livre, apresentando as corridas de bigas - carros puxados por dois cavalos - e lutas de guerreiros. O picadeiro circular - ambiente mágico povoado por acrobatas, engolidores de fogo, domadores de feras, faquires, trapezistas, palhaços e equilibristas - só foi introduzido muito mais tarde, em meados do século XVIII, na Inglaterra, temos Philip Astley, como o criador do circo moderno. Baseado no princípio de que é mais fácil manter-se de pé sobre um cavalo a galope se este executar um círculo perfeito, Astley comprou um terreno e cercou-o com cordas em círculo para cavalgar e adestrar seus animais. Tornou-se conhecido de pequenas plateias de crianças que se encantavam com seus números de equitação e com seus cavalos adestrados. Aos poucos juntou-se com artistas de rua, comediantes e malabaristas, convidando-os para seus espetáculos. Depois vieram os domadores de animais selvagens e a trupe começou a viajar pela Europa, apresentando-se até para reis e rainhas.

 Sobrevivendo às novas formas de entretenimento, como o cinema e a televisão, o circo permanece como um dos espetáculos mais populares em todo o mundo. A palavra circo vem do latim circu, significando círculo ou oval e hoje designa a casa de espetáculos desmontável, de forma circular e coberta de lona. No Brasil, além da grande repercussão alcançada nas apresentações das grandes companhias estrangeiras, o circo desenvolveu-se em torno de famílias circenses que percorriam todo o país encantando pequenas ou grandes plateias.

Quem não se lembra de palhaços famosos como Torresmo, Piolin e Arrelia? Foi no final dos anos 1950 e início dos anos 1960 que as companhias circenses nacionais empobreceram e muitas acabaram. Porém, na década de 1980 iniciou-se uma reabilitação das artes circenses, com a criação de uma escola de circo no Rio de Janeiro. A partir de então, multiplicaram-se pelo país os grupos que cuidam para que esta arte não desapareça: Irmãos Brother, Intrépida Trupe, Teatro dos Anônimos (Rio de Janeiro), a Carroça dos Mamelungos (Ceará), Nau de Ícaros, Irmãos Fratelli, Circo Escola Picadeiro (São Paulo), a Agitada Gang (Paraíba), Grupo de Teatro Heureca, entre outros.

Além de trazer de volta uma tradição cultural e artística genuinamente popular, as escolas de circo no Brasil têm cumprido uma função importante com projetos voltados à profissionalização e integração social de crianças e adolescentes carentes, tirando-os das ruas e devolvendo-lhes a cidadania. A atriz e professora Chalena Barros de C. Grande na Paraíba, tem feito uma investigação teatral e circense sobre esta questão, tendo se aprofundado em acrobacias aéreas.

Hoje, o circo tem uma tenda de lona (estrutura inspirada na arquitetura dos povos nômades do Oriente) fácil de montar e desmontar. Os animais ferozes e seus domadores fazem parte de um número que surgiu no circo atual. Os bobos da corte e os Arlequins são hoje nossos palhaços. Trabalhar no circo é também morar no circo, viajar com o circo e levar a "vida de circo". No circo é comum um artista ter muitas funções e saber fazer de tudo um pouco, Com a presença da mídia, ou seja, a televisão, o rádio e o cinema apareceram como novas formas de lazer afastando as pessoas do circo, mas o amor pela arte faz com que a fantasia presente nos espetáculos seja passada de geração para geração. A arte é passada de pai para filho, mas existem os circos-escola que ensinam à arte circense. A partir deste breve histórico resta-nos a pergunta qual a função social do teatro e do circo hoje?Se antes, no passado era de engajar as pessoas nos problemas sociais brasileiros, hoje estas artes proporcionam um escape, uma fuga dos nossos problemas vividos.

 

* Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca. 

 

 

                                                Campina Grande/PB, junho de 2007.

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

Escrito por Josimar Silva às 09h46
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Festival de Inverno de Campina Grande – Paraíba

* Josimar Alves

Em 1976, o Festival de Inverno de Campina Grande surge como herdeiro do Festival Nacional de Teatro Amador, criado dois anos antes. Desde então, já se sabia que ele não seria uma simples moda de inverno. Nomes importantes da dramaturgia brasileira, como Pascoal Carlos Magno, Alcione Araújo, Maria Luiza Barreto e outros que assistiram ao seu nascimento não se restringiram apenas a contribuir para o engrandecimento do festival, mas tornaram-se seus admiradores e colaboradores. Talentos famosos alargaram a dimensão do Festival que, mesmo no seu nascedouro, já servia de pódio para artistas, até então anônimos, darem os seus primeiros passos rumo ao estrelato.

Cumprindo as funções de distribuidor, de formador e de promotor da circulação de bens culturais, o Festival de Inverno passa, a partir de 1986, adescentralizar as suas atividades, democratizando o acesso às artes para cinco cidades circunvizinhas, experiência que, apesar de bem sucedida, acabou em 1992, momento em que ainda não se percebia o papel das culturas e das artes como fonte de desenvolvimento econômico, uma vez que tais ações despertavam de alguma forma a potencialidade turística desses municípios.

Sua sina inquieta, traduzida pela própria inquietação de sua idealizadora, a professora Eneida Agra Maracajá, o levou a trilhar por caminhos antes desconhecidos. Começa a executar projetos durante o ano inteiro, deixando de ser apenas uma mostra de artes de dimensão nacional. Extrapola, desse modo, a condição de evento e passa a se construir em empreendedor de um programa cultural permanente, congregando, dentre outros, o projeto Cultura no Presídio, desenvolvido ao longo do ano.

Eneida Agra Maracajá

 Professora Mestre em Educação pela Universidade Federal da Paraíba, com dissertação defendida sobre o Teatro na Educação Popular, Eneida Agra Maracajá é uma das mais respeitadas promotoras culturais do país e dirigiu o Teatro Municipal por 12 anos, quando também criou o I Fenate (1974), evento cultural precursor do Festival de Inverno de Campina Grande, que em 2005 completará 30 anos. Além de professora de História da Arte, Eneida é representante da Rede Brasil na Paraíba, membro do Conselho Brasileiro de Dança e do Conselho Internacional de Folclore da Paraíba. É professora-fundadora do Projeto Cultura no Presídio, uma iniciativa que oferece aos detentos do Presídio do Serrotão a oportunidade de desenvolvimento da cidadania através das habilidades artísticas. Também inovou a Micarande com a criação do tradicional Bloco da Saudade, uma agremiação que resgata a cultura popular e os festejos carnavalescos brasileiros. Através do Festival de Inverno, da qual é criadora e coordenadora, implementou projetos na comunidade a exemplo do Circo da Cultura e do Pólo de Extensão, que alcançou oito cidades paraibanas levando arte e cultura. Uma de suas mais importantes ações foi o resgate do Cine São José, junto ao Governo do Estado, para transformação em um teatro e escola para crianças e adolescentes em situação de risco.

 

* Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca. 

 

                                                Campina Grande/PB, julho de 2007.

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

Escrito por Josimar Silva às 09h45
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TEATROTERAPIA

* Josimar Alves

 

O Teatroterapia surge no redescobrir os valores de cada um através do lúdico, são exercícios ou ‘brincadeiras’ que possibilitam as pessoas a se reencontrarem.

Todas as idades são bem vindas, pois desde o contacto com as informações recebidas oriundas do ventre da mãe e do processo de cultura que lhes são incutidos no dia-a-dia, essas informações são experienciadas da forma mais fraterna.

São Jogos dramáticos, colagens, pinturas, enfim o universo interno posto para o universo externo.

O Teatroterapia trabalha nossa sensibilidade, a percepção, e sabemos que muitas vezes torna-se uma tarefa árdua, trabalhar o nosso eu (interior) porém o teatro tem facilitado a vida das pessoas, todo mundo tem que aprender de novo seu modo de olhar, de andar, de sorrir, etc.

 * Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca.

 

                                                Campina Grande/PB, agosto de 2007.

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

Escrito por Josimar Silva às 09h44
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DRAMATURGIA PARA CRIANÇAS.

                                                                    *Josimar Alves

 Para falarmos em dramaturgia para crianças devemos entender a nossa história, ou seja, a nossa evolução como ser que pensa e transforma. Nesse sentido, o universo infantil é uma novidade nas artes, haja vista que na Idade Média a criança simplesmente não existia enquanto ser, mas sim quando a mesma conseguia desenvolver tarefas como se fosse adulto. Foi a partir do século XVII que a Igreja e o Estado conseguem aprisionar o pequeno “animalzinho” para domesticá-lo e eis que surge a escola. Já no século XVIII a criança era vista como uma página a ser preenchida pelo adulto.

Em seguida, o processo tecnológico explode no século XIX, temos a energia, as fábricas, mas o pequeno ser ainda é relegado na sociedade. No século XX a criança era tão frágil que seria preciso à presença da medicina para a preservação da criança em todos os sentidos. Surge então, a Psicologia e a Pedagogia como elementos essenciais para compreendermos o papel da criança na sociedade. Temos então o construtivismo e o sócio-interacionismo que comprovam que a criança não é um pequeno adulto, mas sim um ser humano em pleno desenvolvimento que constrói e reconstrói constantemente.

Estamos no século XXI e a partir deste breve histórico surgem alguns questionamentos: escrever teatro para crianças é uma tarefa simples? Os textos apresentados têm chamado atenção das mesmas? Quais são os símbolos ou ícones que possam fazer referência para elas? Há uma comunicação efetiva na tríade texto X ator X expectador? A linguagem é clara? Que tipos de diálogos encontramos? Quais são as faixas etárias a serem atingidas? O problema torna-se maior quando alguns grupos ou companhia de teatro tentam adaptar textos para suprir a ausência de bons textos. E nesse sentido, percebemos o vazio da pesquisa e da criatividade, pois muitas vezes encontramos textos eminentemente didáticos ou maniqueístas, lembremos que as crianças não são “bobas”elas querem interagir.

No Brasil os primeiros textos foram feitos para serem interpretados por crianças. Em 1905, Olavo Bilac e Coelho Neto publicaram um livro com 10 peças cujo título era Teatro Infantil, depois em 1938 Joracy Camargo e Henrique Pongetti lançaram 18 peças infantis .O processo dramatúrgico começa mesmo no país no final dos anos 40 e início dos anos 50 com Lúcia Benedetti, Tatiana Belinky e Maria Clara Machado que não só escreviam como encenavam, mas foi em 1973 com o texto “Histórias de Lenços Ventos” escrito e dirigido por Ilo Krugli que temos um marco essencial, pois nos mostra uma forma de fazer e pensar o teatro para crianças brasileiras.

Saímos do teatro educativo, da peça bem-feita, ou seja, do começo meio e fim para a fantasia, imaginação, o jogo, a descontinuidade da narrativa. A criança está sendo vista como um ser humano inteligente, sensível, capaz de analisar, refletir, criticar. Nos anos 80 em diante essas marcas são preponderantes na valorização deste público exigente apresentando cada vez mais textos fragmentados, dissociados, ou seja, não lineares.

Todavia, existem textos hoje que buscam mais os efeitos com cenário, figurinos, iluminação e a fábula nem sequer existe, não percebemos nenhum roteiro, mas sim piadas sem gosto e diálogos tolos, bem como textos que centralizam numa postura moralista ou que tratam as crianças como uma mercadoria um simples fast food financeiro, mais grave ainda temos aqueles que ainda tentam mostrar a criança com um lado “infantilóide” com trejeitos e clichês terríveis. Evidentemente que merecem aplausos todos os dramaturgos que tem mostrado novos temas em perpassar do imaginário à criticidade com um resgate a palavra na sua escrita e na sua oralidade, bem como na inserção de múltiplas linguagens, quer sejam com projeções, com técnicas de animação, máscaras, circo, com o tônus do ator em cena.

Escrever para crianças, para adolescentes, para jovens é ampliar os horizontes das letras, dos sentimentos profundos e não permanecer nos chavões, gags ou gírias. Em 2008, completamos 60 anos de teatro para crianças no Brasil cuja peça representativa é o “Casaco Encantado” de Lucia Benedetti. Uma comemoração foi lançada pelo Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude.  Lembramos também os 60 anos da Escolinha de Arte do Brasil fundada em 1948 no Rio de Janeiro por Augusto Rodrigues, que contou com vários artistas e que depois teve a participação essencial de Ilo Krugli no final dos anos 50.

Sugerimos alguns textos para consulta, pesquisa e montagem: A Magia do Teatro Infantil (1988) Organização: Arnaldo Niskier, Editora Consultor (1988); A Menina que Buscava o Sol (1975) Autora: Maria Helena Khüner,Coleção Vertente, 2001 Editora Vertente; História de Lenços e Ventos (1974) Autor: Ilo Krugli Coleção Vertente, 2000 EDC - Editora Didática e Científica  Contato: edec@edec-editora.com.br; O Casaco Encantado (1948) Autora: Lúcia Benedetti (1914-1998) José Olympio Editora, 2005; O Cavalo Transparente Autora: Sylvia Orthofi (1932/1997) Coleção Vertente, 2001; EDC - Editora Didática e Científica Contato: edec@edec-editora.com.br

REFERÊNCIAS

ABRAMOVICH, Fanny. O Estranho Mundo que se mostra às Crianças. São Paulo: Summus,1983.

BACHELARD, Gaston. A psicanálise do fogo. São Paulo: Martins Fontes: 1988.

CAMAROTTI, Marco. A linguagem no teatro infantil2ed. Recife: UFPE: 2002.

COHN, Clarice. Antropologia da criança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar: 2005.

FREITAS, Marcos Cezar (org.) História Social da Infância no Brasil. São Paulo: Cortez, 2003.

PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.

PUPO, Maria Lucia de Souza Barros. No Reino da Desigualdade. São Paulo: Perspectiva, 1991.

VYKOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1983.

 * Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca.

                                             Campina Grande, 26 de abril de 2008

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#


Escrito por Josimar Silva às 09h43
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Formação de um grupo de teatro

Josimar Alves*

 Em todo o Brasil encontramos grupos de teatro, uns religiosos, uns amadores e outros profissionais. O importante é que esses grupos trabalham a arte de representar e dessa forma levam essa arte milenar para milhares de espectadores. Para se fazer um grupo de teatro é necessário encontrar pessoas que tenham o mesmo interesse, que compartilhe as mesmas idéias. Por isso, convide pessoas para participar através de cartazes, de anúncios em escolas, através da mídia. Antes de pensar em encenar uma peça, deve-se trabalhar o grupo de forma integrada, sugerimos que sejam feitos jogos dramáticos. Recomendamos o livro 100 Jogos Dramáticos, de Maria Clara Machado e Marta Rosman, pela editora Agir, ano 2001. Existem muitos outros livros nesta temática. É só pesquisar nas livrarias, na internet. 

Se você está pensando num grupo de teatro profissional, então reúna o pessoal numa assembleia e crie um estatuto, depois registre, vá à Receita Federal e obtenha o CNPJ, você vai precisar de orientação de um advogado e de um contador. Qual a importância de estar documentado? Fica mais fácil conseguir verbas municipais, estaduais e federais.

 A primeira encenação de um grupo pode ser um texto conhecido, ou um texto escrito pelos próprios componentes do grupo. O importante é ter uma boa história para ser apresentada, por exemplo, se for uma história bíblica, com certeza muita gente vai gostar. Os figurinos, cenário e adereços têm que estar de acordo com a história encenada, você não vai encenar a vida de Jesus com relógio, carro, celular e trajando um jeans. Pense sempre nas pessoas que vão assistir, afinal sem público fica difícil a representação teatral, por isso pense também no espaço que será apresentado, não crie uma peça com 30 atores/atrizes num local que só cabem 10 artistas. É essencial que todos sejam comprometidos com o grupo e que tenham disciplina, ou seja, se marcou um ensaio para as cinco da tarde, todos têm que estar nesse horário e se alguém não chegou, deve-se começar o ensaio conforme o combinado em respeito aos demais.

 Vivemos num mundo em que as energias espirituais estão em toda parte, por isso, sugerimos que não se esqueça de fazer uma oração antes de começar e depois quando terminar. Tem gente que não acha importante, mas quem vive artisticamente sabe da importância de ter Deus presente em tudo. 

Como decorar um texto? Uma sugestão é fazer a leitura de mesa, ou seja, a partir de várias leituras da peça torna-se mais fácil compreende-la e assim assimilar com mais rapidez. Muito importante fazer a análise da peça: Quem escreveu? Qual a sinopse? Quais são os personagens? Quantas cenas existem? Em cena, não use materiais naturais, por exemplo, copo e garrafas de vidro, alguém pode sair gravemente ferido. Utilize materiais em plástico ou em papel. A música de uma peça tem que estar em sintonia com ela, nada de jogar qualquer trilha sonora, porque acha que vai sensibilizar o público. Da mesma forma com a maquiagem, não assuste as pessoas. Com relação à iluminação lembre-se que quanto mais tiver luz sobre os artistas mais as pessoas poderão ver, esse negócio de fazer cena no escuro, não é muito interessante. Por fim, o ideal é que tenha sempre o mesmo lugar para se encontrar, pra ensaiar, assim, ficam mais fáceis os trabalhos cênicos. O teatro é uma arte que facilita a comunicação, bem como apresenta histórias que refletem a nossa sociedade, e que sugere algumas soluções para os nossos problemas cotidianos.  


* Josimar Silva é mestre em letras (UFCG), professor, teatrólogo e jornalista. Atualmente é diretor do Grupo de Teatro Heureca.

                                             Campina Grande, 26 de abril de 2008.

 

Fonte: http://gtheureca.tripod.com/artigos.html#

 

Escrito por Josimar Silva às 09h42
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Domingo , 02 de Outubro de 2016


Quem somos?

Tenho encontrado diariamente pessoas que se acham acima do bem e do mal, que em seus patamares determinam o certo e o errado.

Ledo engano, afinal somos apenas uma poeirinha cósmica.

Devemos respeitar o outro, não importa a diferença encontrada, mas sim o que podemos contribuir.

No mais, se você acha que já chegou ao topo do sucesso, não se feche e dê a chance para que outros cheguem também, pois além do conhecimento que adquirimos é necessário partilhar, para deixarmos nossa melhor impressão: amar e ser amado.

by Josimar Silva

Fonte imagem: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Universo/sistemasolar.php

Escrito por Josimar Alves às 13h21
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Sábado , 26 de Setembro de 2015


Reflete

Escrito por Josimar Alves às 02h38
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Onde está o seu amor?

Talvez você não tenha ainda encontrado a pessoa certa, mas não se preocupe, já diz um velho ditado " cada panela encontra sua tampa".

Sei que não é fácil a solidão, porém não esqueça outro ditado: "antes só do que mal acompanhado".

Não quero que você fique pensando assim: - ah, o mundo perdeu sentido! Lembre-se que o sentido do mundo quem dá é você.

Por fim, nunca desista de encontrar sua outra metade, às vezes está tão próximo de você.

Sorria e curta a vida sempre!

Escrito por Josimar Alves às 02h29
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Domingo , 06 de Setembro de 2015


A arquitetura divina

Escrito por Josimar Alves às 22h04
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beijo

Beijo era o apelido dele. Um homem simples, acho que tinha entre 80 e 90 anos. Muitas vezes a curiosidade era aguçada e algumas pessoas perguntavam qual era realmente o nome dele. Mas Beijo, apenas sorria e em seguida, soltava um beijinho no ar. Muita gente falava que ele morava naquela velha casa há muito tempo, ninguém lembrava de ter visto filhos, esposa, cachorros ou gatos. Ele sempre ajudava a quem conhecia e fazia campanhas para quem não conhecia. Um bom samaritano? Não sabemos. Todos os dias, Beijo caminhava pelas principais ruas do bairro e cumprimentava as pessoas, tomava café na Padaria de dona Olinda, parava na lanchonete de seu Elias, proseava sempre com um sorriso. Chegava a hora do almoço, comprava sempre cinco quentinhas no barzinho de dona Eulália, e antes de comer a dele, procurava pessoas que pudesse compartilhar. Às vezes distribua a própria comida, e dizia que em casa ele resolvia. Na manhã do 7 de setembro, Beijo não fez sua caminhada, não visitou a padaria, a lanchonte, nem foi ao barzinho. A noticia se espalhou da ausência dele e os amigos e vizinhos, resolveram entrar na casa velha, local inclusive que muitos gostariam de conhecer por dentro. O portão estava sem cadeado, então entraram. Todos visilmente emocionados já esperavam que Beijo tivesse morrido. Ao chegarem na porta, pegaram na maçaneta e ela se abriu. Um espanto geral. Lá dentro não havia um móvel, nem uma cadeira. Todo mundo ficou assombrado. Visitaram todos os cômodos e não encontraram Beijo. Como ele desapareceu?Seria ele uma alma do outro mundo? Um extraterrestre? Um anjo? As pessoas aprenderam a lição de fazer sempre o bem sem olhar a quem e até hoje estão com saudades do grande homem Beijo. 


Escrito por Josimar Alves às 20h07
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Eu nem queria...

Voltei!

Sinceramente o caos parece que já se instalou no planeta terra.

Guerras, atrocidades, milhares de pessoas desabrigadas.

Egos inflados.

Corrupção desenfreada.

Violência descomedida.

O mundo vai melhorar?

Quais são as ações verdadeiras para o bem?

Siria

Fonte: http://img.estadao.com.br/topicos/imagens/630x400/siria_topico.jpg

Escrito por Josimar Alves às 19h26
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Segunda-feira , 12 de Janeiro de 2015


Rifaram Lula?  

Josimar Alves*

 

A entrevista dada pela Senadora do PT Marta Suplicy ao Jornal "O Estado de São Paulo" nas bancas desde ontem (11/01/2015) é o que estava faltando para acordar a população brasileira.

 

As críticas ferrenhas à gestão I e II da Presidente Dilma Rousseff, bem como ao ex-senador Aloizio Mercadante, atual chefe da Casa Civil, chamado como “inimigo” e ao Presidente do PT Rui Falcão, que segundo ela “traiu o partido e o projeto do PT” corroboram para um grande racha na esfera federal.

 

A Senadora Marta sinaliza possível saída do PT, e foi enfática quando disse “O Lula está fora, está totalmente fora”.

 

Essa semana será bem movimentada para a política do Brasil.

 

Será que conseguirão calar a Senadora Marta Suplicy?

 

Veja os principais trechos da entrevista em: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,marta-critica-dilma-ataca-colegas-e-afirma-ou-o-pt-muda-ou-acaba,1618119

 

*Josimar Alves é artista, jornalista e professor

 

 

 

 

 

Escrito por Josimar Alves às 02h36
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Quinta-feira , 08 de Janeiro de 2015


Intrigas palacianas e outros detalhes do Governo II da Presidente Dilma Rousseff,  por Josimar Alves*

Estranho os desentendimentos entre os ministros escolhidos para o Governo II da Presidente Dilma Rousseff: Patrus Ananias - Ministro do Desenvolvimento Agrário discordou de Kátia Abreu - Ministra da Agricultura. Em seu discurso de posse o Ministro Ananias foi forte: "Ignorar ou negar a existência das desigualdades e da injustiça é uma forma de perpetuá-los. Não basta derrubar a cerca dos latifúndios, é preciso derrubar também as cercas que nos limitam a uma visão individualista e excludente do processo social”. Assim, teremos um ano complexo na política brasileira?

É importante lembrar, que a Procuradoria-Geral da República, fará em fevereiro denúncia formal citando alguns nomes (políticos?). Provavelmente haverá dança das cadeiras em alguns ministérios?

Sobre a MP 664 e a MP 665, ambas de 30 de dezembro de 2014, o objetivo é cortar gastos.  Não seria mais interessante começar cortando os salários palacianos?  Por que não uma MP determinando salário máximo de dez mil reais para cada parlamentar?

Desde o dia 1º de janeiro de 2015 o salário mínimo é de R$ 788.  Uma pergunta: a cesta básica custa quanto?

E o piso salarial dos professores teve um reajuste de 13,01%, ou seja, R$ 1.917,78 para 40 horas semanais. O aumento é muito baixo, considerando que o (a) professor (a) trabalha muito dentro e fora da sala de aula. O problema maior será o cumprimento do piso em todas as cidades brasileiras.

*Josimar Alves é artista, jornalista e professor.

 

 

Escrito por Josimar Alves às 02h11
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Quarta-feira , 07 de Janeiro de 2015


Je suis Charlie

Escrito por Josimar Alves às 00h55
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Domingo , 04 de Janeiro de 2015


Voto facultativo no Brasil , por Josimar Alves*

 

Um tema polêmico é o de facultar o voto à população brasileira. Em que pese às considerações de ser o voto um direito ou um dever do cidadão, analisando as últimas eleições (2014) para Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados Federais, ficou evidente que o povo não está satisfeito com a obrigatoriedade, a prova maior está na abstenção, principalmente do voto presidenciável, que segundo o Tribunal Superior Eleitoral, no primeiro turno foi de 19,39%, ou seja, 27.698.475, quase 28 milhões de eleitores e no segundo turno foi um pouco mais de 30 milhões de pessoas, totalizando 21,1%.

Por mais que se defenda o voto obrigatório com a máxima de que nosso processo democrático ainda é jovem, até quando viveremos o constrangimento dessa imposição?

 De acordo com a Agência Central da Inteligência dos Estados Unidos da América, dos 236 países que realizam eleições, apenas em 31 deles o voto é obrigatório, dentre eles está o Brasil.

Logo, acreditamos que se o voto um dia se tornar facultativo em nosso país, os políticos serão mais cobrados, os eleitores votarão por prazer, escolherão seus representantes com a certeza que eles irão trabalhar em benefício da sociedade, e haveremos de ter menos corrupção com um "povo heroico o brado retumbante".

 

*Josimar Alves é artista, jornalista e professor.

 

 

Escrito por Josimar Alves às 17h19
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Sexta-feira , 02 de Janeiro de 2015


Posse dos políticos brasileiros, por Josimar Alves*

 

A posse dos políticos brasileiros, respectivamente para os cargos da presidência da república, e dos governadores do Brasil não apresentaram nenhuma novidade. Através de discursos demagógicos, todos se colocaram para o bem da nação e para a evolução da qualidade de vida das pessoas.

Todavia os impactos econômicos serão apresentados de fato e de direito depois do carnaval, pois em nosso país, todo processo sócio-político-econômico-cultural, começa sempre, após o período carnavalesco. Até lá o povo brasileiro será iludido pelo período de férias, pelo entrudo, e em seguida, chorará na semana santa as agruras impostas pelos 'poderosos'.

Como diz Caetano Veloso em sua canção Podres Poderes: "Enquanto os homens exercem seus podres poderes, morrer e matar de fome, de raiva e de sede, são tantas vezes gestos naturais".

Quiçá eu possa errar em minhas pequenas afirmações, mas só teremos a prova dos nove quando chegarmos à páscoa.

 

 

*Josimar Alves é artista, jornalista e professor.

 

Escrito por Josimar Alves às 03h44
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Quarta-feira , 31 de Dezembro de 2014


O desafio, a resistência e o resultado.

*Josimar Alves

No ultimo dia 10 de dezembro do ano em curso, assistimos a cantata natalina da Universidade Federal de Campina Grande - UFCG, no Hall das Placas. Música de qualidade foi apresentada pelo professor de literatura José Mário acompanhado por ótimos músicos. Depois, o curso de Alemão apresentou algumas músicas com o seu coral e com instrumentos de sopro, a exemplo da flauta.

Em seguida, o curso de Francês ofereceu-nos uma canção natalina. O curso de Português, através da aluna Rafaela Nobre deixou-nos embevecidos com sua voz potente, doce e de uma sensibilidade extraordinária levando-nos a refletir através da música sobre o significado do natal.  Houve também a leitura do pai nosso em latim, por uma aluna do curso de Português (perdoe-me não conseguir lembrar o nome da jovem que fez a oração com vigor).

Ao final de várias apresentações, alunos e professores de todos os cursos da Unidade Acadêmica de Letras realizaram o texto teatral Auto Nordestino, de Maria Godelivie que por si só já nos encantou, lembrando a escrita dramatúrgica da escritora Lourdes Ramalho pela força, fé e esperança contida em suas personagens.

Godelivie desponta não só como professora, cordelista, mas também como uma pesquisadora dos nossos costumes e no seu texto Auto Nordestino, ela abre um leque de possibilidades: do desamor que ainda existem em alguns seres humanos, mas principalmente na luta pela sobrevivência, mais ainda na esperança de dias melhores quando temos em nossa sociedade o nascimento de uma criança, nesse caso, Jesus.

Com uma iluminação aberta, misturando circo e teatro, e um espaço privilegiado, pois todos os espectadores puderam assistir prazerosamente a encenação que aconteceu e emocionou a todos. Em cena Aline Arruda, em pernas de pau, anunciou a chegada de Deus-menino, Fabrício Sousa e Daniel Gouveia (Dandan) interpretaram os coronéis que ainda existem e persistem no seio nordestino, Tiago Medeiros, foi o prefeito que fez aquelas “honras” políticas que já conhecemos no cotidiano. Keyte Gabrielle esteve com duas personagens: uma rezadeira (anjo) e depois aquela que permite que Jesus nasça em um estábulo. Edmilson Rafael (professor de Línguistica da UFCG) fez o carpinteiro José e Raissa Gonçalves, a mãe do menino Jesus, sendo interpretado pelo belo garoto Heitor (filho da professora de Espanhol da UFCG Lorena Cavalcante).

O que nos chamou atenção também na encenação, além da força dramatúrgica do texto de Maria Godelivie foi a entrega dos alunos – atores/atrizes -, para que o espetáculo fosse de fato e de direito um grande momento de reflexão, mas também de fruição e de uma estética que fez-nos sentir ladeados por seres humanos apontando para um futuro promissor que começa sempre pelo prazer de ser, pelo diálogo e pela caridade que deve existir entre nós.

Parabéns a Universidade Federal da Paraíba, ao Centro de Humanidades, a todos os (as) alunos (as), funcionários (as) e professores (as) dos cursos da Unidade Acadêmica de Letras: Português, Alemão, Inglês, Espanhol e Francês por manterem viva a chama da fé e da esperança por dias melhores em nome do Nosso Salvador Jesus Cristo.

 

*Josimar Alves é artista profissional DRT/PB nº 917 (ator/diretor), jornalista DRT/PB nº 1417 e professor de teatro/circo, língua/literatura.


Escrito por Josimar Alves às 02h31
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